Praça Römer Platz

Frankfurt, Alemanha

 

No final de outubro de 2014, escolhi a Europa como destino, indo por Frankfurt via TAM com 30 mil milhas Multiplus. Filmes e roncos depois, cheguei ao aeroporto de Frankfurt no começo da tarde. Na outra vez em que estive na Europa, passei tranquilamente pela imigração de Paris. Achei que aqui seria igual, tanto que não levei um euro sequer, deixando para sacar apenas depois da imigração. Só que na fila de espera vi uma dupla brasileira que não passava pela barreira de jeito nenhum, isso que eles pareciam ter a mascada. Comecei a me preocupar… Mas nada que uma boa explicação e cartões de crédito não resolvessem, ufa!

Distrito Bahnhofsviertel

No saguão do aeroporto mesmo, comprei o passe de transporte público ilimitado, que vale pros transportes públicos (ônibus, metrô, bonde) de Frankfurt. Seguindo, peguei o trem para a cidade no sentido errado, corrigi o trajeto e cheguei à estação central (Hauptbahnhof).

Frankfurt Central Station at Bahnhofsviertel

Essa estação fica quase em frente ao Frankfurt Hostel, onde dormi. Custa atualmente 19 euros o quarto coletivo mais barato, isso incluindo café da manhã e janta. Lá encontrei a Tati, que estava na Europa há alguns dias participando de um congresso, e que me acompanharia em parte dessa viagem.

Frankfurt Hostel Dorm at Bahnhofsviertel

Ao sair para conhecer a cidade com a mistura de edificações antigas em meio a arranha-céus contemporâneos, passamos num mercadinho. Ali começou meu “vício” em cervejas alemãs: Paulaner, Augustiner, Franziskaner… cada uma melhor que a outra. Nada de água com milho por aqui!

Achamos alguns centros de compra, sendo que no shopping MyZeil havia uma loja enorme de eletrônicos, a Saturn, onde comprei a recém-lançada Nikon P600, bem parecida com a câmera que esqueci em casa.

Se tornou a câmera usada nessa viagem. Gostei tanto que fiquei com ela por 2 anos e meio, até trocar pela mirrorless Sony A6000.

Distrito Sachsenhausen

Já era noite quando chegamos à beira do rio. Cruzamos uma das diversas pontes para chegar ao lugar conhecido como Old Sachsenhausen, lugar do agito noturno. Passamos um tempo tomando umas geladas entre as ruas onde uma sequência de pubs permanecia, antes de voltarmos.

Old Sachsenhausen Street

Distrito Altstadt

O dia iniciou com a ida à bela catedral gótica de Frankfurt (Frankfurter Dom).

Frankfurter Dom Cathedral Römer

A oficialmente chamada de Catedral Imperial de São Bartolomeu é a terceira igreja construída no mesmo lugar, pois as anteriores cederam a incêndios e bombardeios da 2ª Guerra Mundial. Possui um grande órgão musical um tanto diferente.

Frankurt Cathedral Organ

Seguindo, chegamos a praça Römer, com seu estilo inconfundível bem no meio da cidade velha. Ali, além de admirar a arquitetura germânica, passamos por um bocado de lojas de souvenires e restaurantes.

Praça Römer Platz

Dentre os 20 museus situados ao longo das margens do rio Meno, escolhemos o de história (Historisches Museum) para visitar por 7 euros. Como estava em reforma, não foi possível ver tudo, mas isso não impediu de termos que subir um monte de andares para conhecê-lo. É composto basicamente de ruínas da antiga construção…

Historisches Museum Ruins

…Além de armas, livros, quadros e outros artefatos.

Inside Historisches Museum

Ao sair do museu, cruzamos com a maratona da cidade, que estava acontecendo justamente naquele dia. Como sempre, os africanos estavam na liderança. Havia uma grande torcida e aparentemente ninguém reclamava do trânsito.

Maratona de Frankfurt 2014

Aproveitamos para almoçar enquanto víamos a corrida. Como a região era demasiada cara, só nos restou o McDonald’s da praça. Ao menos consegui fazer o pedido em alemão.

Distrito Westend

Continuando, partimos para os ambientes naturais do Palmengarten.

Jardim Botânico de Frankfurt

O jardim botânico apresenta diversos tipos de ambiente e até algumas aberrações genéticas, como limões em forma de dedo, entre outros formatos, mas senti que faltou algo. Prefiro o do Rio de Janeiro.

Citrus medica digitata Buddhas hand

Na saída, fotos de animais silvestres, caminhada pelo campus da universidade Goethe e mais caminhadas até reconhecer um som distante familiar. Eis que na chegada da corrida havia uma bateria de escola de samba, cantada e tocada somente por alemães e outro europeus! Curtimos o Bloco X e suas músicas brasileiras.

Bloco X Frankfurt

Depois do som maneiro, para ver o pôr-do-sol escolhemos um dos edifícios mais altos, a torre Main, com 200 metros. Do alto é possível ver toda a cidade, identificando os locais onde estivemos. Apesar de o sol sumir justamente no lado industrial, nem por isso deixou de ser muito bonito.

Frankfurt viewpoint Main Tower

À noite, ficamos na área comum do albergue. Provei a bebida local sidra (fermentado de maçã), mas depois de tomar um pouco voltei à cerveja mesmo. Sentamos numa mesa com gringos e gringas de diversas nacionalidade para confraternizar… e adivinha se ali não tinha brasileiras também?

Ao chegar a manhã seguinte, pegamos o trem para Munique, na mesma estação de trem anterior (Hauptbahnhof).

Mapa de atrações turísticas

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