Temple Street gate at Hong Kong

Hong Kong, China

 

Pela balsa da empresa TurboJet cheguei em Hong Kong, oficialmente Região Administrativa Especial de Hong Kong da República Popular da China. Apesar disso, assim como Macau, de onde vim, há uma certa independência. Seu território, no entanto, é muito mais extenso, dividido em 3 regiões principais: Ilha de Hong Kong, Kowloon e Novos Territórios (aeroporto, Disneylândia e centenas de ilhotas).

Ilha de Hong Kong

Aportei pela Ilha de Hong Kong, onde enormes e iluminados prédios negros espelhados me recepcionaram. Segui até o bem localizado hostel Yesinn at Causeway Bay. O dormitório mais barato hoje em dia custa 159 dólares de Hong Kong, que possuem cotação equivalente às patacas de Macau, ou seja, cerca de 66,4 reais.

Pela manhã, caminhei um pouco pelo centro; cheio, mas organizado e limpo.

Ilha de Hong Kong

Depois de pegar um metrô e trocar o dinheiro, pois os ônibus não devolvem a diferença, fui com um desses até o ponto mais alto da ilha. Até TV tinha no busão regular de 2 andares.

Ônibus de Hong Kong

No caminho, arranha-céus de mais de 50 andares sumiam em meio às nuvens. É o jeito deles de contornar o espaço limitado da região mais central.

Arranha-ceús em Hong Kong

Infelizmente a neblina onipresente não permitiu ter a bela vista esperada do topo do Victoria Peak, mas pelo menos conheci um parque florestal gratuito bem agradável que cercava o morro de 552 m de altura.

Vista do Victoria Peak em Hong Kong sob neblina

Ao contrário de muitos parques brasileiros, esse estava em ótimas condições de manutenção e abundava em informações sobre a fauna e flora. Estava sendo usado sobretudo para caminhada por idosos chineses.

Trilha no parque de Victoria Peak

Caminhei por horas em trilhas, passando por florestas de encosta e reservatórios (Pok Fu Lam), incluindo a árdua subida de volta. Vi algumas aves, mas nada se comparado às mais de 500 espécies do arquipélago.

Ave em árvore durante trilha no Victoria Peak em Hong Kong

Kowloon

Já que havia comprado um passe diário ilimitado de metrô, saí explorando aleatoriamente a parte continental de Hong Kong, sobretudo Kowloon, que já abrigou a maior favela vertical do mundo.

Como boa parte do trecho do transporte é superficial nessa porção, consegui ter uma noção do país. Não observei favelas, apenas prédios de classe baixa na periferia. Pessoas ocupadas com seus smartphones por todos os lados. Idiomas inglês e chinês em relativo equilíbrio, apesar da esmagadora maioria da etnia chinesa. E uma boa quantidade de áreas verdes.

Parei em uma das baías para uma foto. Aqui, diversas pontes ligam Tsuen Wan com a ilha residencial e industrial de Tsing Yi.

Kowloon Peninsula

À noite, fui à orla de Tsim Sha Tsui para ver o show de luzes e sons do panorama urbano de Victoria Harbour, o maior show permanente desse tipo segundo o Guinness. A estação de metrô East Tsim Sha Tsui é a mais próxima do melhor local de observação. O espetáculo chama-se A Symphony of Lights, ocorre todo dia às 20 h e dura 13 min.

Show de luzes de Hong Kong

Continuei do lado continental até a Temple Street, mais conhecida como Chinatown, onde pude comprar lembranças baratas.

Temple Street gate at Hong Kong

Outra coisa que fiz foi provar a iguaria da culinária chinesa chamada de char siu, que é carne de porco marinada com uma mistura doce, segundo a Wikipédia. Digo isso pois não fazia ideia do que pedi quando entrei num pequeno restaurante onde ninguém falava inglês e nem o menu se apresentava nesse idioma. A textura exterior não é das mais bonitas, mas o conjunto é perfeitamente comestível.

Char siu, prato da culinária chinesa

Depois dessa breve passada, já no outro dia tive que voltar a Macau, de onde voei com a AirAsia para Kuala Lumpur, a capital da Malásia.

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