Rio Tâmisa

Londres, Reino Unido

 

Depois de uma conturbada jornada desde Barcelona, relaxei um pouco enquanto chegava ao Reino Unido com a Ryanair. Passando por uma imigração mais intensa, desembarquei em Luton, a um bom tempo de Londres. Usando o wi-fi do ônibus à frente, no caminho fui me comunicando com meu amigo Vinícius que estava me esperando na casa do Sherlock Holmes, junto com Luiz, sua mãe e o companheiro inseparável Yoda, que fez sucesso no país.

luiz augusto ananias porto e vinicius burigo

Rio Tâmisa

Começamos o passeio pela orla do Rio Tâmisa, onde fica boa parte das maiores atrações de Londres. Esse rio já foi chamado de Grande Fedor, devido a seu alto grau de degradação no século 19. No entanto, o Tâmisa passou por um processo tão bem-sucedido de despoluição que atualmente há centenas de espécies de peixe vivendo em suas águas. Pois é, seu Tietê…

A Torre de Londres (Tower of London) é um castelo-museu medieval, que lembra muito o jogo de computador Age of Empires 2, por suas fortificações, armaduras e armas expostas, como aríetes, bestas, bombardas e trabuquetes de tração.

Tower of London Trebuchet

O que hoje faz parte da lista da UNESCO, inclui também o acesso a edificações, como torres e o arsenal real…

royal armory tower london

…e encenações históricas, salão com joias e aposentos reais mobiliados.

royal room london

Ficamos até fechar à noite, para fazer valer as 28 libras esterlinas (119 reais) do caro ingresso adulto (24 libras se comprado online previamente).

Depois de uma parada no Starbucks para apreciar a culinária e, principalmente, escapar da chuva que surgiu do nada, atravessamos a bela Tower Bridge, acompanhando o rio.

Thames River Bridge

Um pouco adiante em sentido oeste, ficava iluminado em roxo e azul as pontes Golden Jubilee Bridges, em verde a London Eye (uma das maiores rodas-gigantes do mundo), e em amarelo o Big Ben e o Palácio de Westminster (parlamento).

Rio Tâmisa

Rodamos mais um pouco, até que na hora de dormir fui até meu abrigo grátis. No caso, o apartamento em que morava meu velho amigo Diego, que não via há 4 anos desde que deixou o Brasil. Foi muito legal tê-lo reencontrado.

Museu da Ciência

O dia iniciou em um parque no subúrbio de Londres e prosseguiu para algum dos muitos museus grátis da cidade. Como a fila estava bastante grande tanto para o National History Museum quanto para o British Museum, dois dos mais visitados pontos turísticos, eu, Vinícius e Luiz fomos ao recomendado Science Museum – esse voltado à ciência.

Museu da Ciência Londres

Aberto desde 1857, São incríveis mais de 300 mil itens à exibição, espalhados por galerias permanentes e temporárias em 8 andares.

Desde a Revolução Industrial encabeçada pela Inglaterra, também conta a história do desenvolvimento aeroespacial e inclui uma seção sobre a impressão em 3D. Tem uma parte interativa expressiva, mas não tanto quanto a do Museu da PUC/RS.

room of museum of science

À noite, fui a um pub com o Diego.

Pelo 3° dia seguido tentamos arranjar um jeito de visitar Stonehenge. Depois de uma hora procurando o carro que tínhamos reservado, descobrimos que ele estaria bem distante de onde estávamos, na estação de trem. E para alugar um na hora sairia bem caro. Com isso, deixei o templo de fora de meu roteiro.

Galeria Nacional

O museu grátis do dia na verdade era uma galeria de artes, a National Gallery.

National Gallery Entrance

Quadros de vários artistas, épocas, estilos e países compunham o material. Percebi o quanto sou alienado no assunto quando terminei a visita sem reconhecer uma pintura sequer.

Em volta da entrada, uma dezena de artistas de rua e pessoas fantasiadas disputavam o público, bem como uma fonte iluminada que mudava de cor. Essa, localizada na praça Trafalgar Square.

trafalgar square fountain night

Voltas pelos quarteirões nos levaram a Penney’s, famosa rede europeia de roupas baratas. Como não tinha espaço na mochila e também iria para os EUA depois, não levei nada. Mas as opções e preços eram realmente tentadores.

Por fim, uma pizzaria de qualidade para fechar com chave de ouro.

Parques Reais

Dois anos depois (2015), cheguei a outra viagem pela Europa por Londres. Fui direto para o Hyde Park, um dos Parques Reais – áreas que no passado serviam exclusivamente para o lazer da família real.

Parque Real de Londres

Este, por sua vez, fica colado em outro, o Kensington Gardens, onde jaz o Palácio de Kensington.

Fiquei perambulando nos jardins e lagos por algumas horas em meio a muita gente e alguns animais fofos, como esquilos, e outros nem tão fofos, como ratazanas.

squirrel hyde park

Ao redor da residência real (Palácio de Buckingham) estão outros parques menores (Green Park e St. James’s Park). Em frente ao portão do palácio, aguardei a troca de guardas enquanto chegava minha companheira de viagem.

predio familia real

Passamos essa noite em triliches no Smart Russell Square Hostel (20 libras), antes de prosseguirmos para destinos futuramente relatados.

De volta a outubro de 2013, tive que madrugar, passando por vários meios de transporte e correndo, para chegar a outro aeroporto da Grande Londres, o Stansted. Meu voo pela Ryanair custou cerca de 17 libras. Algum tempo depois, desembarquei em Dublin.

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